Primeira Viagem Missionária a Igreja em Belo Horizonte – Bairro Céu Azul – MG, Região da Pampulha


Em abril de 2013, em viagem realizada com recursos da Igreja no Paiol (Olinda) iniciamos a Missão Céu Azul (MG), os conflitos começaram antes mesmo da viajem, porém entendo que todo conflito que antecede uma ação missionária  se dá por estarmos sem direção ou simplesmente pela iniciativa do adversário para tentar impedir que se cumpra o ide do Senhor. Formamos uma caravana pequena em seu efetivo, porém grande em suas ações (eu, minha esposa irmã Elaine de Souza, Irmã Erenita Rosa - Presidente Nacional da UFAPOIORT, Irmã Sueli Aparecida – Presidente das Irmãs do Segundo Distrito).

Região da Pampulha.
O local estava dominado por grande tensão, pois um conflito entre empresários e sem terras resultou em uma chacina ganhando manchetes nas redes televisivas e grandes jornais, por conta disso, preferi manter de forma mais discreta os registros fotográficos. 

Já no início dos trabalhos de evangelização, visitamos uma casa onde o filho de uma moradora local vivia trancado em quarto na penumbra, onde nem mesmo sua mãe tinha autorização para entrar. 

Fizemos uma oração inicial fervorosa, logo depois batendo na porta, pedi permissão ao homem para acessar o quarto e como diz “a luz reinou sobre as trevas”, me foi autorizado a entrar e após um clamor sobre a vida do homem, o mesmo autorizou a entrada de sua mãe lhe proporcionando alegria.

Tenho por costume não dispensar qualquer mão de obra que me apareça para campo missionário, pois como falou Cristo: “A seara é realmente grande, mais poucos os ceifeiros. ” (Mt. 9:37), creio que qualquer pessoa é de grande utilidade nos propósitos da expansão do Reino de D’us, se é preciso construir um prédio, ainda uma criança é capaz de aprender a assentar um tijolo, basta ser treinada. E se temos que construir comecemos o quanto antes, pois mesmo tijolo por tijolo, a cada dia estaremos mais próximo de alcançar nosso objetivo. 

Trago essa reflexão para destacar o empenha das irmãs Erenita, Elaine e Sueli, que enfrentaram as dificuldades dos locais de difícil acesso, além de suas limitações, para alcançar as almas, em destaque, um Presbítero que estava desanimado do Ministério Eclesiástico, que foi renovado e tornou a caminhar.












Pastor Ângelo Márcio Florentino de Souza

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